INÍCIO
A 3ª Eliminatória da Taça de Portugal é um evento Nacional de grandes proporções que se vai realizar pela primeira vez na Cidade de Oliveira de Azemeis a 12 de Março de 2011.Contando com o apoio logistico da Câmara Municipal de Oliveira de Azemeis e Gedaz esta prova realizar-se-á no Pavilhão Gimnodesportivo e esperamos trazer a este evento um elevado número de atletas das mais diversas fachas etárias, bem como espectadores/acompanhantes dos mesmos e população local.
A CIDADE
A primeira referência documental a Oliveira de Azeméis data de 922, e trata-se de uma doação feita pelo rei Ordonho a um Bispo do Mosteiro de Crestuma. Dessa época existem hoje vestígios de ocupações proto-históricas e romanas.
Até ao séc. VII, o que marca Oliveira de Azeméis é o cruzamento de rotas tradicionais para o interior e para o litoral, para o norte e para o sul, bem como o facto de ser ponte de ligação da via militar romana que liga Lisboa a Braga, que aqui tinha o seu tão conhecido Marco Miliário da Milha XII.
Do séc. VII ao X, é alcaria e arraial de moçarebes e berberes que aqui se fixaram e desmantelaram a vida institucional anterior, assim como topónimos da área, hábitos típicos e o próprio traje regional. O próprio topónimo Azeméis tem uma etimologia que apela não só para uma colónia de Almocreves, mas ainda para colonizadores árabes da família Azemede.
Do séc. X ao XV, Oliveira de Azeméis é palco de lutas renhidas entre árabes e chefes militares leoneses e portucalenses, incluindo colonos adstritos aos mosteiros de Pedroso, Grijó e Cucujães, aos quais se deve o repovoamento e fundação das 19 freguesias, o aproveitamento dos cursos de água locais para a indústria de moagem e de irrigação das terras marginais, o desenvolvimento da já referida colónia de almocreves (Azemeles) e a instalação de uma acolhedora hospedaria para peregrinos e veraneantes que aqui vinham descansar, caçar ou pescar.
No período que vai do séc. XV ao XVIII, a história de Oliveira de Azeméis ficou marcada pela implementação da Comenda Real da Ordem de Cristo, em 1517, e destinada a arregimentar milícias para a defesa do território e policiamento do trânsito regional.
Em 5 de Janeiro de 1799, foi elevada à categoria de Vila e tornou-se Sede do Concelho. Com Mouzinho da Silveira, Oliveira de Azeméis passou a ser o concelho que é hoje.
No dia 16 de Maio de 1984 é elevada a cidade do distrito de Aveiro e diocese do Porto, mercê do seu notável progresso, densidade demográfica e categoria das suas estruturas urbanas.
Oliveira de Azeméis é elevada à categoria de vila em 05 de Janeiro de 1779, pois era terra sem Foral, que apenas aproveitara do Foral da Feira, dado por D Manuel I, em Lisboa a 10 de Novembro de 1514.
O alvará de criação de vila foi ampliado em 24 de Outubro de 1779, criando-se o Concelho de Oliveira de Azeméis, a que foram anexadas por decreto do Príncipe Regente de 27 de Setembro de 1801, as freguesias de Santa Maria de Arrifana e a de S. João da Madeira, para preencher o nº de 20 freguesias marcado no Alvará de 05 de Janeiro de 1779.
A Arrifana voltou ao seu antigo Concelho, que era o da Feira e S. João da Madeira tornou-se Concelho. Em 1855, extinto o Concelho do Pinheiro da Bemposta, as 5 freguesias que o constituíam, passaram para Oliveira de Azeméis.
O feriado municipal de Oliveira de Azeméis é movel celebrando-se na segunda-feira a seguir ao segundo domingo do mês de Agosto.
O PAVILHÃO
O recinto é uma unidade de elevado rendimento desportivo com uma área total superior a três mil metros quadrados, sendo composto por uma nave principal (área de evolução desportiva) com 1330 metros quadrados e uma outra, secundária, com 224 metros quadrados.
Em termos de uso este Pavilhão pode ser utilizado para a alta competição.
A nível da energia utilizada o pavilhão introduz aspectos inovadores. Além da energia solar, com a construção de uma central fotovoltaica,é utilizada a biomassa para produção de água quente.
O Pavilhão contempla também a racionalização dos consumos de energia numa lógica de optimização dos sistemas de iluminação ao nível das tecnologias das lâmpadas, armaduras e controlo com o objectivo de reduzir os consumos de energia no interior e exterior do edifício.
As pessoas de mobilidade reduzida têm acesso facilitado ao seu interior tendo sido observados todos os requisitos no que se refere à supressão das barreiras arquitectónicas a nível das instalações sanitárias e balneários e ingresso na bancada através de uma plataforma elevatória.
O projecto de arquitectura contempla ainda o arranjo paisagístico na área circundante ao pavilhão e intervenções ao nível do estacionamento automóvel (incluindo lugares reservados a pessoas portadoras de deficiência), aparcamento de autocarros e acesso do público, peões e automóveis.

